Tamoxifen vaginal funciona? Uma Prova de Conceito e Da teoria à prática: GLP-1 R. Agonista em câncer de mama
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RESUMOS
O primeiro podcast discute um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado que avaliou o uso do tamoxifeno vaginal 20 mg 1x/semana (com 3 dias iniciais diários) por 3 meses em 115 mulheres pós-menopausa com atrofia vulvovaginal (sem ou com câncer de mama sendo algumas destas em uso do inibidor de aromatase). O desfecho primário foi a gravidade do sintoma vaginal “mais incômodo” (FACT-B). Após 3 meses, 68,6% no tamoxifeno relataram sintoma leve/ausente vs 9,1% no placebo (p<0,001; OR 21,76). Houve melhora concomitante do escore de atrofia e do pH vaginal (p<0,001). Efeitos adversos foram leves (ardor e corrimento). Não houve aumento da espessura endometrial no curto prazo.
O segundo podcast discute um estudo retrospectivo do MD Anderson que avaliou 1.022 sobreviventes de câncer de mama não metastático (2005–2024 A maioria tinha diabetes tipo 2 (≈80%). No início do GLP-1, o peso mediano foi 86,8 kg e o IMC mediano 33,5 kg/m². Entre usuárias de semaglutida ou tirzepatida (n=442), a perda de peso foi modesta: −1,9% (3 meses), −3,1% (6 meses) e −2,6% (12 meses). A Metformina associou-se a maior perda em 3 meses; em 12 meses, a doença invasiva associou-se a maior perda, e terapia endócrina sugeriu pior resposta. Na análise pareada (invasivo: 810 vs 1.620), não houve diferença em sobrevida livre de doença (HR 0,95), mas houve melhor sobrevida global (HR 0,37).
[Artigo 01 - Clique aqui] - Obesity and Cancer A Translational Science Review
[Artigo 02 - Clique aqui] - Weight Loss Patterns and Clinical Outcomes ofGLP1 Receptor Agonists in Breast CancerSurvivors
[Artigo 03 - Clique aqui] - Vaginal tamoxifen – A potential treatment option for vaginal atrophysymptoms in postmenopausal women who cannot use estrogen
RESUMOS
O primeiro podcast discute um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e placebo-controlado que avaliou o uso do tamoxifeno vaginal 20 mg 1x/semana (com 3 dias iniciais diários) por 3 meses em 115 mulheres pós-menopausa com atrofia vulvovaginal (sem ou com câncer de mama sendo algumas destas em uso do inibidor de aromatase). O desfecho primário foi a gravidade do sintoma vaginal “mais incômodo” (FACT-B). Após 3 meses, 68,6% no tamoxifeno relataram sintoma leve/ausente vs 9,1% no placebo (p<0,001; OR 21,76). Houve melhora concomitante do escore de atrofia e do pH vaginal (p<0,001). Efeitos adversos foram leves (ardor e corrimento). Não houve aumento da espessura endometrial no curto prazo.
O segundo podcast discute um estudo retrospectivo do MD Anderson que avaliou 1.022 sobreviventes de câncer de mama não metastático (2005–2024 A maioria tinha diabetes tipo 2 (≈80%). No início do GLP-1, o peso mediano foi 86,8 kg e o IMC mediano 33,5 kg/m². Entre usuárias de semaglutida ou tirzepatida (n=442), a perda de peso foi modesta: −1,9% (3 meses), −3,1% (6 meses) e −2,6% (12 meses). A Metformina associou-se a maior perda em 3 meses; em 12 meses, a doença invasiva associou-se a maior perda, e terapia endócrina sugeriu pior resposta. Na análise pareada (invasivo: 810 vs 1.620), não houve diferença em sobrevida livre de doença (HR 0,95), mas houve melhor sobrevida global (HR 0,37).
[Artigo 01 - Clique aqui] - Obesity and Cancer A Translational Science Review
[Artigo 02 - Clique aqui] - Weight Loss Patterns and Clinical Outcomes ofGLP1 Receptor Agonists in Breast CancerSurvivors
[Artigo 03 - Clique aqui] - Vaginal tamoxifen – A potential treatment option for vaginal atrophysymptoms in postmenopausal women who cannot use estrogen
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