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Câncer de mama ER-LOW, HER 2 negativo: A Terapia Endócrina pode fazer diferença na SOBREVIDA ? Nova combinação neoadjuvante aumenta resposta completa no câncer de mama HER2 positivo
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Câncer de mama ER-LOW, HER 2 negativo: A Terapia Endócrina pode fazer diferença na SOBREVIDA ?
Nova combinação neoadjuvante aumenta resposta completa no câncer de mama HER2 positivo
RESUMOS
O primeiro podcast discute um estudo que analisou 12.983 mulheres com câncer de mama inicial e expressão baixa de receptor de estrogênio (ER 1–10%), tratadas com quimioterapia. O uso de terapia endócrina caiu de 62% em 2018 para 33% em 2023. Entre 11.136 pacientes avaliadas quanto à sobrevida, a omissão da terapia associou-se a maior mortalidade. Essa relação foi significativa sobretudo nas pacientes que, após quimioterapia neoadjuvante, ainda apresentavam doença residual: o risco de morte foi 23% maior sem terapia endócrina. A associação também apareceu nos subgrupos ER 1–5% e ER 6–10%. Por ser um estudo retrospectivo, os resultados não comprovam causalidade; ainda assim, reforçam a importância de discutir o possível benefício do tratamento e de realizar estudos prospectivos.
O segundo podcast discute um ensaio clínico de fase 3, realizado na China com 521 pacientes com câncer de mama HER2 positivo em estágio II ou III, que comparou anbenitamabe mais docetaxel ligado à albumina (HB1801), com ou sem carboplatina, ao tratamento padrão com trastuzumabe, pertuzumabe e docetaxel. A resposta patológica completa total foi maior com a combinação investigacional: 62,4% versus 51,2%, diferença de 11,4 pontos percentuais. O benefício apareceu em diferentes subgrupos, com ou sem carboplatina. Efeitos adversos graves foram semelhantes entre os grupos (29,3% e 28,3%), sem mortes relacionadas ao tratamento. Os resultados são promissores, mas o acompanhamento ainda é curto; são necessários dados de sobrevida a longo prazo e estudos em outras populações.
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O primeiro podcast discute um estudo que analisou 12.983 mulheres com câncer de mama inicial e expressão baixa de receptor de estrogênio (ER 1–10%), tratadas com quimioterapia. O uso de terapia endócrina caiu de 62% em 2018 para 33% em 2023. Entre 11.136 pacientes avaliadas quanto à sobrevida, a omissão da terapia associou-se a maior mortalidade. Essa relação foi significativa sobretudo nas pacientes que, após quimioterapia neoadjuvante, ainda apresentavam doença residual: o risco de morte foi 23% maior sem terapia endócrina. A associação também apareceu nos subgrupos ER 1–5% e ER 6–10%. Por ser um estudo retrospectivo, os resultados não comprovam causalidade; ainda assim, reforçam a importância de discutir o possível benefício do tratamento e de realizar estudos prospectivos.
O segundo podcast discute um ensaio clínico de fase 3, realizado na China com 521 pacientes com câncer de mama HER2 positivo em estágio II ou III, que comparou anbenitamabe mais docetaxel ligado à albumina (HB1801), com ou sem carboplatina, ao tratamento padrão com trastuzumabe, pertuzumabe e docetaxel. A resposta patológica completa total foi maior com a combinação investigacional: 62,4% versus 51,2%, diferença de 11,4 pontos percentuais. O benefício apareceu em diferentes subgrupos, com ou sem carboplatina. Efeitos adversos graves foram semelhantes entre os grupos (29,3% e 28,3%), sem mortes relacionadas ao tratamento. Os resultados são promissores, mas o acompanhamento ainda é curto; são necessários dados de sobrevida a longo prazo e estudos em outras populações.
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O primeiro podcast discute um estudo que analisou 12.983 mulheres com câncer de mama inicial e expressão baixa de receptor de estrogênio (ER 1–10%), tratadas com quimioterapia. O uso de terapia endócrina caiu de 62% em 2018 para 33% em 2023. Entre 11.136 pacientes avaliadas quanto à sobrevida, a omissão da terapia associou-se a maior mortalidade. Essa relação foi significativa sobretudo nas pacientes que, após quimioterapia neoadjuvante, ainda apresentavam doença residual: o risco de morte foi 23% maior sem terapia endócrina. A associação também apareceu nos subgrupos ER 1–5% e ER 6–10%. Por ser um estudo retrospectivo, os resultados não comprovam causalidade; ainda assim, reforçam a importância de discutir o possível benefício do tratamento e de realizar estudos prospectivos.
O segundo podcast discute um ensaio clínico de fase 3, realizado na China com 521 pacientes com câncer de mama HER2 positivo em estágio II ou III, que comparou anbenitamabe mais docetaxel ligado à albumina (HB1801), com ou sem carboplatina, ao tratamento padrão com trastuzumabe, pertuzumabe e docetaxel. A resposta patológica completa total foi maior com a combinação investigacional: 62,4% versus 51,2%, diferença de 11,4 pontos percentuais. O benefício apareceu em diferentes subgrupos, com ou sem carboplatina. Efeitos adversos graves foram semelhantes entre os grupos (29,3% e 28,3%), sem mortes relacionadas ao tratamento. Os resultados são promissores, mas o acompanhamento ainda é curto; são necessários dados de sobrevida a longo prazo e estudos em outras populações.
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O primeiro podcast discute um estudo que analisou 12.983 mulheres com câncer de mama inicial e expressão baixa de receptor de estrogênio (ER 1–10%), tratadas com quimioterapia. O uso de terapia endócrina caiu de 62% em 2018 para 33% em 2023. Entre 11.136 pacientes avaliadas quanto à sobrevida, a omissão da terapia associou-se a maior mortalidade. Essa relação foi significativa sobretudo nas pacientes que, após quimioterapia neoadjuvante, ainda apresentavam doença residual: o risco de morte foi 23% maior sem terapia endócrina. A associação também apareceu nos subgrupos ER 1–5% e ER 6–10%. Por ser um estudo retrospectivo, os resultados não comprovam causalidade; ainda assim, reforçam a importância de discutir o possível benefício do tratamento e de realizar estudos prospectivos.
O segundo podcast discute um ensaio clínico de fase 3, realizado na China com 521 pacientes com câncer de mama HER2 positivo em estágio II ou III, que comparou anbenitamabe mais docetaxel ligado à albumina (HB1801), com ou sem carboplatina, ao tratamento padrão com trastuzumabe, pertuzumabe e docetaxel. A resposta patológica completa total foi maior com a combinação investigacional: 62,4% versus 51,2%, diferença de 11,4 pontos percentuais. O benefício apareceu em diferentes subgrupos, com ou sem carboplatina. Efeitos adversos graves foram semelhantes entre os grupos (29,3% e 28,3%), sem mortes relacionadas ao tratamento. Os resultados são promissores, mas o acompanhamento ainda é curto; são necessários dados de sobrevida a longo prazo e estudos em outras populações.
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