Papel da Radioterapia no descalonamento Axilar Axilar e BWEL Trial : Intervenção remota de perda de peso no câncer de mama: eficácia clínica e aplicabilidade na rotina oncológica
Sobre este conteúdo
RESUMOS:
O primeiro podcast discute a evolução do manejo axilar no câncer de mama: da dissecção axilar radical à biópsia do linfonodo sentinela e à possível omissão da cirurgia quando indicada. Estudos-chave — ACOSOG Z0011, AMAROS, OTOASOR e SENOMAC — mostraram que evitar pode da dissecção axilar e manter o controle axilar e reduzir linfedema, embora resultados tenham sido influenciados por irradiação axilar incidental e diferenças no controle de qualidade da radioterapia. Ensaios mais recentes (SOUND, INSEMA) questionam até a necessidade da SLNB em pacientes selecionadas. Vários estudos publicados confirmam o benefício da radioterapia regional em redução da recorrência locorregional e mortalidade. Além disso recentes diretrizes (ASCO 2025) já sugerem evitar SLNB rotineira em grupos de baixo risco. Porém o “paper”, deixa a necessidade de um maior rigor na análise do controle de qualidade da radioterapia para termos uma integração segura entre cirurgia, radioterapia e terapia sistêmica.
O segundo podcast discute o estudo BWEL (fase 3; n = 3.180) que avaliou uma intervenção de perda de peso remota por telefone (WLI, 2 anos) versus educação em saúde em mulheres com câncer de mama estágio II/III e IMC ≥27. Aos 12 meses, o grupo WLI perdeu em média 4,3 kg (4,7% do peso basal) enquanto o controle ganhou 0,9 kg (1,0%); diferença média de 5,3 kg (P < .001). Proporções com ≥5% de perda: 46,5% (WLI) vs 14,3% (controle); ≥10%: 22,5% vs 5,0%. O efeito foi consistente em vários subgrupos, porém menor entre pré‑menopáusicas e participantes negra/hispânicas. Adesão (número de chamadas) correlacionou-se com maior perda de peso. O estudo concluí que uma intervenção telefônica centralizada e escalável produziu perda de peso clinicamente significativa em mulheres com câncer de mama e obesidade.
RESUMOS:
O primeiro podcast discute a evolução do manejo axilar no câncer de mama: da dissecção axilar radical à biópsia do linfonodo sentinela e à possível omissão da cirurgia quando indicada. Estudos-chave — ACOSOG Z0011, AMAROS, OTOASOR e SENOMAC — mostraram que evitar pode da dissecção axilar e manter o controle axilar e reduzir linfedema, embora resultados tenham sido influenciados por irradiação axilar incidental e diferenças no controle de qualidade da radioterapia. Ensaios mais recentes (SOUND, INSEMA) questionam até a necessidade da SLNB em pacientes selecionadas. Vários estudos publicados confirmam o benefício da radioterapia regional em redução da recorrência locorregional e mortalidade. Além disso recentes diretrizes (ASCO 2025) já sugerem evitar SLNB rotineira em grupos de baixo risco. Porém o “paper”, deixa a necessidade de um maior rigor na análise do controle de qualidade da radioterapia para termos uma integração segura entre cirurgia, radioterapia e terapia sistêmica.
O segundo podcast discute o estudo BWEL (fase 3; n = 3.180) que avaliou uma intervenção de perda de peso remota por telefone (WLI, 2 anos) versus educação em saúde em mulheres com câncer de mama estágio II/III e IMC ≥27. Aos 12 meses, o grupo WLI perdeu em média 4,3 kg (4,7% do peso basal) enquanto o controle ganhou 0,9 kg (1,0%); diferença média de 5,3 kg (P < .001). Proporções com ≥5% de perda: 46,5% (WLI) vs 14,3% (controle); ≥10%: 22,5% vs 5,0%. O efeito foi consistente em vários subgrupos, porém menor entre pré‑menopáusicas e participantes negra/hispânicas. Adesão (número de chamadas) correlacionou-se com maior perda de peso. O estudo concluí que uma intervenção telefônica centralizada e escalável produziu perda de peso clinicamente significativa em mulheres com câncer de mama e obesidade.
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